terça-feira, 13 de dezembro de 2011





"...Olho pela janela a chuva que caí e  fico pensado se esta mesma  chuva poderia lavar meu coração de toda a dor que sinto agora...
Tantas promessas feitas, e quebradas de ambos os lados...
Começo a pensar em você e as lágrimas começam escorrer pelo meu rosto na mesma velocidade que os pingos de chuva escorrem no vidro da minha janela...
 O som dos trovões e raios me assustam, desperta a vontade de gritar por você, porém a distância me impede, meu coração se volta para você, no qual poderia estar aqui comigo me protegendo da chuva dos relâmpagos e dos trovões, na verdade deveria está me protegendo de tudo, até mesmo da solidão, do vazio e do buraco que ficou no meu peito, que cresce dentro de mim, a cada lembrança sua invocada, a a cada pensamento dirigido a você...
Em um momento que a dor me sufoca eu abro a janela e deixo a chuva entrar, na tola esperança que a chuva possa levar embora toda a dor juntamente com os pingos que escorrem pelo meu corpo...
A chuva era como um manto, que cobria minha pele e levava embora minhas lágrimas, que pertenciam a você, somente a você..." (Autor Desconhecido)

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